Nihon...go!!

eis que começa o nível elementar yay

as aulas continuam no mesmo dia, no mesmo horário. a turma está reduzida a metade. no ano passado começamos com 18 e acabamos 12. neste, começamos 9 mas tenho a sensação que vamos acabar os mesmo 9. apenas duas caras novas.

a parte gira é que por nos conhecemos todos, a galhofa enche a sala 😂
a parte menos gira, é que por sermos tão poucos, cheira-me que este ano o ritmo vai ser acelerado 😭

anyway, não estudamos um .). durante as "férias" lol tamos tão tramados... burro velho já não aprende línguas com tanta facilidade muhahahah

3 de Outubro de 2018, às 23:15link do post comentar

Karaoke baby

na sexta ao cair da noite, seis colegas estudantes de japonês mais a sua sensei fecharam-se numa pequena sala, na cave de um restaurante asiático no cais do sodré, para se dedicarem a uma actividade muito popular no japão: karaoke!

todos os convivas eram estreantes na arte de cantar [em público], mas estavam cheios de coragem vontade para experimentar. durante duas horas e meia, entre iguarias japonesas, baby tales e pikachus, lá foram esganiçando e berrando uma selecção de música muito marada, entre temas de animes, jogos, bandas punk japonesas, e clássicos ocidentais dos anos 80 e 90, até ficarem roucos.

karaoke é cenas merdas que eu não achava piada mesmo nenhuma, e nem que me pagassem alinhava.. mas com aquela trupe de nerds introvertidos fazia tanto sentido que não fui capaz de não alinhar... e vai-se a ver, foi uma noite bastante divertida lol

chochin

muitas figuras tristes aconteceram, mas.. o que acontece na cave do atari baby, fica na cave do atari baby :D

12 de Agosto de 2018, às 20:52link do post comentar

Yatta!!!

eis que demos por terminado o nível de iniciação de japonês YAY 🙏 

das 40 semanas de aulas faltamos apenas a 3, um feito inimaginável da nossa parte, que nos aguentamos à bronca até ao fim. metade da turma ter desistido nos primeiros meses é um bom indicador da dificuldade da lingua lol

nos últimos tempos começou a ficar particularmente difícil, com a quantidade crescente de kanji para decorar, e as milhentas maneiras de conjugar verbos e adjectivos, e não houve grandes oportunidades de estudo. pelo meio, ainda tivemos uma aula de shodō (caligrafia) e outra de chadō (cerimónia de chá), que foram bastante engraçadas.

mas no rescaldo do ano, aquilo que mais me impressionou, foi a santa paciência que a sensei tem para aturar a cambada de weeboos que frequenta as aulas - que a avaliar pela amostra da nossa turma, deve ser praí uns 80% dos alunos lol alinha sempre nas conversas, não se fica atrás quando desata tudo a falar de anime. a juntar ao sentido de humor brutal, para rir das parvoíces da malta, como a "cerimónia do kappu nūdoru", que foi piada durante umas três aulas.

daqui por uns meses começa o nível elementar, e é bem provável que a coisa descambe logo desde o inicio 😅

11 de Julho de 2018, às 22:24link do post comentar

Tem piada

aquilo que eu tinha mais receio nas aulas de japonês, era aprender kanji.. sucede que é das coisas que mais estou a gostar, escrever em kanji lol

na aula desta semana tivemos um workshop de caligrafia (shodō). foi a primeira vez que experimentei esta forma de arte, e adorei!! fartei-me de rabiscar folhas, até a professora batia palminhas (not kidding) :D

 

*月光 (luar)

acho que arranjei um hobby novo hi hi hi おもしろいですね。(•‿•)

1 de Março de 2018, às 22:10link do post comentar ver comentários (3)(1)

Shit just got real!

eis que à 11ª aula começamos a aprender kanji. esteve sempre presente desde a primeira aula, mas agora sim.. vai começar a doer!

já andava doloroso, que na 9ª aula ficámos sem as rodinhas (do romaji), e ainda não tenho muita rapidez a ler kana.. tenho andado a fazer batota lol

tão, em 11 aulas (27 horas e meia) já aprendemos:

hiragana; katakana; cumprimentos; números (idade, horas, dinheiro); e a um nível básico: vocabulário, partículas, pronomes, e verbos. bué de cenas, if you ask me, o ritmo é bastante speedado.

já vamos compondo frases, e sem darmos por isso, cada vez reconhecendo mais palavras no meio da algaraviada dos animes :D muito, muito fixe!

a turma tem vindo a encolher. dos 18 iniciais, temos sido uma média de 12-14 a frequentar aquele horário. não sei se foram todos para os outros dois horários disponíveis, ou se alguns já desistiram entretanto. eu e o homem somos oficialmente os mais cotas da turma lol

apesar de ser a uma hora lixada, e o pessoal já estar todo a queimar os últimos cartuchos, o humor da professora e o bom ambiente da turma torna a coisa bastante divertida e descontraída.

13 de Dezembro de 2017, às 23:00link do post comentar

"Kanji é mais fácil"

eis algo que a professora de japonês está sempre a dizer nas aulas, e que é sempre motivo de risota (daquela nervosa, que a gente sabe bem que o dia vai chegar lol).

a verdade é que quando me ponho a decifrar textos em japonês, começo seriamente a acreditar nela..

é que é mesmo : /

15 de Novembro de 2017, às 23:05link do post comentar

Nihon...go!

aulas de japonês. eis algo andava para acontecer há mais de 15 anos, ou seja, desde que vim cá para cima. só que tem sido uma daquelas coisas adiadas indefinidamente, ou porque o tempo não dá para tudo, ou porque fica fora de mão, ou porque cenas - as desculpas esfarrapadas do costume.

de um momento para o outro, o homem lembrou-se que queria começar o curso este ano. pesquisou, perguntou, e decidiu. estava mesmo determinado. já eu não tava com feeling prá coisa, mas nada que o impedisse de ir sozinho.

chateou-me até mais não para ir também, e eventualmente venceu-me pelo cansaço.. como eu sei o que a casa gasta, e sei que vai ser muito difícil (se não impossível) atinarmos com os horários para encaixar as aulas e o estudo, não quis ter nada com o assunto, ele tratou de tudo. se a coisa se falhar, não quero cá responsabilidades lol

sinceramente estou um bocado de pé atrás. não sei se tenho cabeça (ou melhor, memória) para me meter a aprender uma língua nova..

não que o japonês seja totalmente novidade para mim. ali pelos vintes, um bocado empurrada pelo anime&manga, comecei a tentar aprender por conta própria. sacava lições na net, arranjei livros de actividades e dicionários para me ajudar, e passava os intervalos das aulas a decorar as tabelas e hiragana e katakana e a tentar decifrar mangas em japonês. ainda tenho algum vocabulário na ponta da língua, e a esperança secreta que o meu cérebro consiga ir à cave e encontrar alguma coisa por baixo das camadas de pó. nunca deixei de ver anime na versão original nestes anos todos, o que ajuda a manter familiaridade com a língua (apesar de estar longe do ideal.. é como os putos passarem horas em frente ao disney channel e depois começarem a falar igual às personagens histéricas das merdas que vêem, cheios de tiques irritantes).

fast forward até à primeira aula,

apresentações feitas, malta, digam olá à tabela de hiragana! say whaaaaat...?? logo na primeira aula, assim a frio? que selvagem! pois é, temos uma semana para emborcar aqueles 46 "rabiscos"... e o FDP do meu cérebro não se lembrava de 98% daquilo... até me doeu a barriga... ainda vai ser mais desafiante do que temia.

hiragana

há malta de todas as idades na turma, e duas pessoas mais velhas que eu e o homem, vamos ver como a coisa corre para os quatro mais cotas. a professora é japonesa e fala 50/50 tuga/japonês. dá um jeito do caraças conhecer algumas das palavras que ela está sempre a usar.

daqui a 9 meses veremos se aquilo do "burro velho não aprende línguas" é verdade ou não :D

Há sushi e sushi

as muitas barretadas que tenho apanhado em restaurantes de cozinha japonesa ao longo dos anos têm contribuído para a minha falta de entusiasmo em experimentar sítios novos. sempre que caio na asneira o faço, e já sabendo o que a casa gasta, ponho as expectativas bem lá no fundo. antes surpreendida que desiludida.

 

...e ainda assim fico verdadeiramente impressionada como alguns conseguem transpor a minha já baixa fasquia e revelarem-se mais maus do que ia preparada para tolerar. como uma experiência que tivemos recentemente.

 

vou omitir o nome da casa porque não me apetece confusões, mas é o exemplo perfeito para ilustrar as primeiras linhas deste post. digo apenas que se trata de um espaço com um estilo muito in, decoração sóbria e elegante, empregados de mesa fardados de preto da cabeça aos pés, generosa colecção de garrafas de gin no bar, música lounge, fashion tv a passar.. the works!

 

pelas fotos, comentários de clientes e pontuação que têm na página do facebook, parecia seguro arriscar e descobrir se servia para nos poupar umas idas a algés quando a gulodice aperta em ocasiões impróprias.

 

não ia com grande fé e cedo apercebi-me que se calhar devíamos ter jantado em casa, que tinha lá meia farinheira no frigorífico, à espera de ser combinada com uns ovinhos à maneira. tal e qual como ir ao supermercado com fome, a preguiça em fazer o jantar por vezes também nos leva a tomar más decisões lol

 

tenho a dizer que a experiência foi consistente do principio ao fim. começou logo pela ementa. no fim de uma lista pouco variada onde era tudo mais-do-mesmo, eis que os meu olhos encalharam na mais tradicional das especialidades japonesas:

 

picanha...

 

(é para quem não gosta de peixe cru ter uma alternativa, isa maria, não impliques com esses detalhes, mulher)

 

enfim.. pedido feito, eis chega um amuse-bouche que nos deixou incrédulos com o nível de sofisticação:

 

palitos de cenoura crua acompanhados por maionese de alho...

 

OK... se a cena da picanha fez soar algumas sirenes, a da cenoura disparou o alarme central... só não disparamos nós do restaurante porque não somos de fazer isso.

 

entretanto uma taça de sopa miso materializa-se debaixo das minhas narinas.. BLISS (amo sopa miso, é daquelas coisas que me aquecem o corpo e a alma)!

 

ah, sopa miso é aquela base, não há como enganar. ah ah ah i wish.. nem no pior dos restaurantes pseudo-japoneses que tive o (des)prazer de frequentar me serviram uma sopa tão meh. não que tivesse mau sabor ou estivesse estupidamente salgada, mas... salsa em vez de alho francês e/ou cebolinho? are you fucking kidding me??

 

o prato principal, um combinado de sushi-sashimi, nem por isso tardou a aparecer. a apresentação não estava era nada de especial mas já tive muito pior. o peixe é que.. bem.. ressequido e sem sabor nenhum. o meu paladar não conseguia distinguir se estava a comer salmão ou atum ou outra coisa qualquer, só lá ia pela textura (bom.. ao menos não me deu vómitos, como naquela que ficou conhecida pel'a mais vil refeição de sushi de sempre, em que tive que parar de meter comida na boca, sob a ameaça do estômago devolver ao mundo tudo o que tinha dentro). os uramakis (sushi invertido) davam dó de tão miseráveis que eram. minúsculos e tão mal amanhaditos, pobrezitos. tinha o telemovel em cima da mesa mas nem uma fotografia me apeteceu a tirar..

 

e provavelmente a coisa só não ficou pior porque nesta altura já só queríamos dar à sola :P

 

mas conta lá, ao menos safou-se o chá verde que pediste para acompanhar a refeição, certo?

 

epá, até nisso conseguiram enfiar a pata na poça. vinha morno.. MORNO, e tão concentrado que roçava o intragável.. acho que nunca bebi um chá verde japonês tão mal preparado.. às vezes tenho realmente pena de não ser uma daquelas pessoas com tomates para mandar as coisas para trás..

 

o ambiente é bastante agradável e o atendimento foi bom, mas falhou redondamente em tudo o resto.. e caro.. aliás... caríssimo para o que nos foi servido. sou levada a crer que, ou tivemos azar no dia em que escolhemos ir lá, ou nas pessoas a quem calhou o nosso pedido, ou um qualquer acidente cósmico que ocorreu naquele momento, não encontro explicação. anyway, não tenho vontade de voltar a arriscar, ficou automaticamente banido do nosso roteiro gastronómico.

Bai Bai Aya..

o nosso restaurante favorito fechou.. à segunda vez que demos com o nariz na porta, fomos até perto da entrada para ver se havia alguma justificação. num dos papeis afixadados lia-se que estava fechado para remodelações (ou coisa assim), mas vim a descobrir pelo facebook que afinal tinha encerrado..

 

fiquei cheia de pena, afinal éramos clientes e fãs daquele espaço desde 2008. aquela sala enorme e desafogada, com duas janelas panorâmicas sobre o vale, e um ambiente com pouca luz, calmo e acolhedor, que convidava à intimidade..

 

..damn, muito namoramos nós naquele restaurante!

 

e agora acabou-se.. 

claro que nem tudo está perdido, o espaço que fica nas duas torres continua aberto e apesar de ser mais movimentado e barulhento que o outro, mantém a funcionar melhor cozinha japonesa de lisboa (e provavelmente de portugal) e é isso que interessa!

tristes noticias, as que deram conta do encerramento do aya.. tivemos lá uma semana antes de fechar, e (curiosidade), no dia seguinte quisemos lá voltar porque o jantar tinha sido tão bom que não nos conseguiamos calar com o peixe e com o molho da salada e com a sopa miso.. não fomos porque dois rombos na carteira de seguida é coisa que não me assiste, mas na semana seguinte não aguentamos e fomos lá. mas era tarde demais, estava fechado com um aviso na porta "encerrado por motivos de força maior" mas jamais nos passaria pela cabeça que naquele momento, já nem cadeiras havia no restaurante :(

resta o bistrôt e a esperança que os sushiman's que lá trabalhavam voltem ao serviço. 

venha a nós o peixe crú. nham!

11 de Dezembro de 2011, às 22:03link do post comentar ver comentários (4)

Sushi overload II

tá para fazer um ano que experimentamos o aya de carnaxide pela primeira vez. na altura escrevi sobre a experiência, mas nunca mais voltei a pronunciar-me sobre o restaurante, do qual nos tornamos fãs e clientes assíduos.

ora, já se sabe que quando gosto duma coisa, farto-me de fazer publicidade e já andava a aguçar o apetite da vi, a madrinha-malvada, há muito tempo. então, ficou prometido que quando ela fizesse uma pausa lá da bifolândia, passava por aqui e íamos lá encher o bandulho.

...e isso aconteceu finalmente na quinta passada!
às nove da noite estávamos os três a caminho de carnaxide, cheios de vontade de comer peixe crú.

enquanto nos tentávamos decidir sobre que quantidade mandávamos vir, o marido sugeriu um barco médio, porque a ponte ou o barco pequeno só trazia duas sopas miso e aquele trazia três e assim e assado. eu dizia que achava muito, mas ele insistiu que conseguíamos dar conta daquilo e acabamos por pedir esse.

todas as vezes que lá fomos, nenhuma foi tão abusada como nessa noite.. só sei que quando o barco chegou à mesa, entrei em pânico! nunca tinha visto tanta quantidade de sushi/sashimi/nigiri à frente dos mes olhos (os all-u-can-eat não contam!), e a única coisa que me ocorria era como é que raio iamos comer aquilo tudo..



é que nem sabíamos por onde começar. tudo aquilo parecia estar ultra-delicioso!

e estava mesmo, o peixe estrava fresquissimo como de costume e a variedade era imensa. alambazamo-nos ali os três como se não houvesse amanhã, e no fim.. bem.. no fim, só sobrou umas fatias de gengibre hehehehe
mas comemos até mais não, principalmente eu e a madrinha, que ainda jogamos ao "pedra, papel e tesoura" para ver quem comia o nigiri de salmão em vez do de atum lol

não só ela ficou impressionada, como eu voltei, mais uma vez, a ficar impressionada com a qualidade daquele restaurante. e não somos os únicos a notar isso, pois a casa está cada vez mais frequentada. ao principio apanhávamos pouca gente por lá, chegamos a estar praticamente sozinhos na sala, e agora encontramos aquilo quase sempre cheio.

acho que não há palavras para descrever o quanto gosto daquele sitio e da comida que lá servem. excelente, excelente, excelente!

20 de Setembro de 2009, às 22:54link do post comentar ver comentários (3)

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

de resto, é ler o blog :D

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
#11 #10 #9 #8 #6 #5 #4

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