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lost in wonderland

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Lost in... Aldeias Históricas II

Abril 27, 2018

arranjei forma de encaixar as restantes aldeias histórias na rota das últimas férias. quatro delas são "próximas", sendo possível visitá-las num dia, bastava escolher alojamento num sitio estratégico... ou achava eu! cinco aldeias, em dois dias. não há fotos delas que andei muito preguiçosa nestes dias. ficou registado na memória :)

castelo rodrigo ergue-se imponente na paisagem, cravada em penedos de xisto. ao chegar lá em cima, a primeira coisa que sobressai é a vista. a nordeste estende-se até à porta do douro internacional, vê-se perfeitamente o enorme desfiladeiro que nos dá as boas vindas ao parque. a este, os olhos alcançam facilmente espanha.

tal como todas as outras aldeias, a sua história perde-se no tempo. vários povos ali viveram desde a idade média, e cujos vestígios estão inscritos em detalhes que conseguiram resistir ao seu passado tumultuoso. o castelo fazia parte da primeira linha defensiva dos limites do reino e foi palco de inúmeras invasões e batalhas. ainda assim, sobrevive até aos dias de hoje, como se de um único e grande monumento se tratasse, para manter a memória viva.

a traça medieval da aldeia está bem preservada, tem poucas ruínas a pedir restauro, e as ruas estão impecavelmente cuidadas e limpas. à parte das hordas de visitantes que chegam de autocarro, é um sítio muito pacato. talvez por não ter muitos habitantes, acaba por tornar-se algo impessoal, sem aquele feeling castiço das aldeias portuguesas.

almeida não está tão elevada no horizonte, mas está rodeada por uma fortaleza com um formato pouco habitual, em estrela de doze pontas. nunca tinha visto tal coisa. e a sua arquitectura é algo que mais facilmente encontramos no litoral, que no interior. era um impressionante sistema defensivo, a sua proximidade a espanha assim o exigia.

resguardada dentro das muralhas, a vila não tem um ar antigo. a fachada das casas é relativamente moderna, e são poucas as casas com paredes de pedra nua. não deixa de ser um sitio muito agradável para passear.

marialva debruça-se altaneira sobre o planalto. tal como as outras, as suas raízes vêm desde a pré-história, mas quase que se perdeu no tempo. a aldeia cresceu fora das muralhas, e nos últimos anos, as casas têm sido recuperadas. passaram a fazer parte de um núcleo turístico que está aos poucos a tomar conta do sitio, mantendo-o fiel às suas origens medievais, e preservando a sua história.

a única coisa que não achei piada aqui, foi a entrada no castelo ser paga. até agora ainda não tinha visitado uma aldeia histórica que cobrasse o acesso ao castelo. e muito sinceramente, não me apeteceu a pagar para ver ruínas - por muita história que tenham para contar, quando há tanto disso para ver gratuitamente por portugal fora..

gostava de ter gostado mais de trancoso como aldeia histórica, mas não achei nada de especial. é uma vila que cresceu para fora das muralhas, e dentro delas, os edifícios novos fundem-se com os antigos. não tem aquele charme medieval das aldeias mais isoladas, mas sim de típica aldeia portuguesa. o castelo está bem preservado, e a sul, a vista é interrompida pela cordilheira da serra da estrela, coberta de neve nesta altura do ano.

apesar passar sempre por belmonte quando vou para a serra da estrela, nunca me deu para parar. confesso que a vila não me despertava muito interesse. desta vez parei para riscar a última das aldeias históricas da lista.

pode ter sido muito importante para a nossa história, não duvido nem por um segundo, mas não cai na mesma categoria da aldeias outras que compõem a selecção. diria que é mais uma vila histórica, não se percebe bem onde começa e termina o centro histórico e não tem o charme de aldeia-monumento, a resistir estoicamente à eons no topo de um monte, isolada da civilização.

*

e assim dou por terminado o circuito das aldeias históricas de portugal. a parte I está aqui, piodão aqui, e linhares da beira algures por aqui. o que começou como curiosidade, tornou-se num desafio, que não descansei enquanto não ficou concluído, por aquilo que estas aldeias significam, e por aquilo que aprendi ao pesquisar sobre elas.

hoje podem parecer apenas ruínas abandonadas à sua sorte no topo dos montes, nos cantos mais recônditos de portugal, resquícios dos tempos de batalhas e conquistas que já ninguém vivo testemunhou, mas estão imbuídas de uma história incrível. daquela que determinou as nossas fronteiras, e demonstrou a coragem e determinação do nosso povo. recomendo *vivamente* conhece-las.

como as aldeias históricas se estendem por uma área considerável, e algumas em sítios bastante remotos, como é o caso de piodão, a melhor forma de visitar as aldeias é dividi-las por etapas, agrupado-as por proximidade, por exemplo,

- marialva / trancoso / linhares da beira
- castelo rodrigo / almeida / castelo mendo
- sortelha / belmonte
- castelo novo / idanha-a-velha / monsanto
- piodão

IMHO, três aldeias por dia é o cenário mais razoável. perdemos sempre muito tempo a visitar e fotografar todos os recantos, e a conduzir entre elas, e a parar noutros sítios pelo caminho, que nos agucem a curiosidade.

aqui fica o mapa, para terem uma noção da coisa,

 

Lost in... Aldeias Históricas

Maio 26, 2017

aproveitamos o fim-de-semana esticado pelo 1 de maio para ir arejar as ideias. o destino foi o sul da beira interior, uma zona do país que ainda não conhecíamos.. e onde está a maior concentração de aldeias históricas.

depois de termos visitado piodão e linhares, duas das aldeias mais inacessíveis, estava na altura de adicionar mais uma quantas ao inventário. vai daí, dedicamos os três dias (tecnicamente dois, porque andamos cada vez mais preguiçosos para fazer render o tempo) a explorá-las nas calmas. a parte mais estranha destes três dias foi ficarmos antes dos túneis da gardunha. quando vamos para aquelas bandas, é sempre para ir para a serra da estrela, e desta vez só a vimos ao de longe. parecia uma cena pouco natural lol

acertamos em cheio na escolha do alojamento, uma casa de campo espectacular, tanto nas instalações, modernas e ainda a cheirar a novo, como na localização estratégica, perto de tudo que o planeávamos ver, perto da auto-estrada, e perto do fundão onde íamos encher o bandulho.

começamos as explorações no sábado à tarde, numa aldeia que ficava a menos de 4km do alojamento,

castelo novo foi o inicio perfeito. ali plantada na encosta abrigada da gardunha, com uma vista fantástica sobre a planície que iramos andar a bater no dia seguinte. estivemos lá ao entardecer. estava super calma, não se via vivalma nas ruas, mas pela quantidade de carros estacionados por aquelas ruelas estreitas, dava para perceber que estava com lotação esgotada.. não percebo porque é que deixam entrar carros nestas aldeias..
o que mais gostei aqui, foi termos subido até perto da fábrica do alardo, e ouvir a passarada no bosque ali ao lado. bliss...



idanha-a-velha foi provavelmente a que mais me decepcionou. até pode ter bastante património histórico, mas para passear, não é um sítio lá muito interessante.

monsanto foi a aldeia que mais gostei. para mim, superou piodão. a localização é incrível, na encosta soalheira de um cabeço que se ergue à bruta no meio da planície. a aldeia em si está bem preservada, e é realmente pitoresca. mas a jóia da coroa está a umas dezenas de metros acima, o castelo. chegar lá não é fácil, mas a estafa é totalmente recompensada.



as muralhas do castelo envolvem todo o topo, e tem uma vista 360º francamente obscena. concordamos ambos, que aquele foi o castelo mais fixe onde já metemos os pés até à data. also, o pôr-do-sol aqui deve ser do outro mundo.

sortelha também é muito interessante. pareceu-me ser a mais pequena e a menos habitada de todas as que já visitamos, parece quase um museu. aqui testemunhamos um episódio interessante, um gajo sem uma perna, de muletas, a correr a muralha como poucas gente com as duas lol 



castelo mendo foi a mais afastada. fica perto da fronteira com espanha (e graças a este facto, aproveitei para dar um pulinho até a fuentes de oñoro, para encher a pança do cascas, onde sucedeu um incidente com um besouro lol). do castelo não resta grande coisa, mas mais uma vez, constatamos que os nossos antepassados eram especialistas a escolher sítios muita porreiros para erguer condomínios privados. a vista, é qualquer coisa...



(a parte chata de ter ido abastecer a espanha, é que estávamos perigosamente perto de salamanca, e foi preciso um bocado de luta mental para não arrancar pela estrada fora, e ir até lá matar saudades he he he)

ainda estive vai-não-vai para ir até marialva e almeida, mas achei que era melhor deixar uma desculpa para ver as restantes, a norte da A25. por onde andámos, só falhou belmonte, não sei se terá tanto interesse (do ponto de vista pitoresco) como as outras. mas como fica a caminho de manteigas, um destes dias passamos por lá. não consegui perceber se fiz asneira em não checkar a serra da malcata. do que pesquisei, pareceu-me que é um bom sítio, mas para andar a pé, não de carro.

gostei muito de toda a paisagem envolvente dos sítios por onde passamos. e da luz! que luz maravilhosa tem tem toda aquela zona. e conduz-se muito bem por aquelas estradas. só tive pena do tempo me ter trocado as voltas, no domingo, quando estivemos a maior parte do tempo fora do carro, o dia estava ventoso e nublado. na segunda, que foi só quase conduzir, estava um dia de primavera do caraças.. PQP!

álbum completo no sítio do costume

Então Isa, que andaste tu a fazer pela serra? II

Janeiro 06, 2015

a descobrir a aldeia do pai natal presépio

 

piódão

 

piódão, sítio que andava para visitar há que tempos. é uma aldeia histórica, de casas de paredes de xisto e telhados de laje, que parece ter ficado parada algures no tempo (embora perfeitamente conservada), cravada numa encosta íngreme da serra do açor, paredes meias com a estrela.

 

demorei mais tempo a chegar lá do que contava (quase duas horas :P) e o sol já se estava a esconder por trás da montanha, quando finalmente o casario se revelou ao dobrar da milésima curva. que estopada do caraças.. mas valeu o esforço!

 

percorremos as ruas quase todas até ao cair da noite, apesar do briol que se entranhava nossos ossos e fazia ranger os dentes. a aldeia é adorável, cheia de charme, cada rua, cada fachada, cada recanto é um postal. fiquei tão desgostosa por termos chegado lá já tarde.. duas horas não chegaram, preciso de um dia inteiro lá :)

 

piódão piódão

 

de regresso meti-me por uma estrada ainda mais sinuosa mas que me levou a passar por umas quantas povoações que desconhecia completamente. a serra tá minada de aldeias por aquelas encostas fora. há que tirar ao chapéu às pessoas que conseguem viver tão isoladas do resto do mundo, numa zona tão refundida como aquela, que para lá chegar é o cabo dos trabalhos.

o passeio acabou por servir de volta de reconhecimento, tenho que voltar lá para explorar aquela parte da serra ao pormenor.

 

uma coisa vos digo, pessoas.. quanto mais conheço o nosso cantinho à beira mar plantado, mais apaixonada por ele fico.

Gerês // dia 1

Abril 03, 2012

acordei com o hóme cravado na sanita, a vomitar as entranhas.. muito provavelmente cortesia da sande que tinha comido no dia anterior, na AE. começamos bem.. not :P

 

na estalagem, o pequeno-almoço é servido numa sala com uma vista panorâmica de cortar a respiração. não conseguia descolar os olhos do horizonte, enquanto me questionava quanto tempo precisaria eu para calcorrear aqueles gigantes de granito todos (..e se teria tin-tins para tal).

 

por volta da hora de almoço, o marido já estava a sentir-se melhor mas como as minhas pernas ainda estavam doloridas da mini-maratona não quis meter-me em grandes aventuras. por isso em vez de nos equiparmos para a serra, decidimos ir conhecer duas das aldeias mais castiças ali da zona: pitões das júnias e tourém

 

entretanto, mal entrámos na estrada experienciámos aquilo que se iria tornar o prato principal do dia: engarrafamento de vacas!

vaquinhas

 

one does not simply go through a herd of cattle.. é preciso esperar que elas reparem que estamos ali e decidam afastar-se para o outro lado da estrada.. normalmente é coisa para demorar.

este primeiro encontro teria corrido bem, se não fosse o cão que vinha a acompanhar a manada, meter-se a correr desarvorado atrás do carro durante umas boas cententas de metros... ODEIO quando os cães fazem isso. é um perigo para eles e para o condutor.. vai na volta é por causa disso que encontrámos tantos a "coxear"..

 

à entrada da aldeia, esperar que a manada número 3 e 4 passassem. era eu a recuar e elas a virem cada vez mais para cima.. às tantas desisti e deixei-me estar quietinha.. fechar o vidro que não quero cá cumprimentos.. e pedir aos santinhos que não se roçassem no carro nem me arrancassem um espelho.. não tenho medo delas, sei que são animais pacificos.. tenho é muita estima pelo meu carrinho!

 

antes de me cruzar com a manada número 5 mudei de direcção e entrei numa rua que ia ter ao mosteiro e à cascata, que por ser mais longe, ficou para o fim. 

os incêndios não têm dado tréguas à serra.. a paisagem está desoladora..

quando chegámos a meio do caminho para a cascata, eis que surge uma escadaria de madeira.. fixe!


NOT!

 

aquela provação nunca mais tinha fim, o meu reino por um caminho de cabras.. depois chegámos finalmente ao miradouro e a vista era isto:

cascata de pitões das júnias

whaaaa... ficamos desiludidos. claro que ficamos! 

então descemos aquilo tudo para ficar tão longe da cascata, que pitosga como ando, custava a vê-la? siga lábaixo!

 

se este tivesse sido um inveno decente, não tinhamos conseguido aproximar-nos tanto.. corre praí aos niveis de agosto..

cascata de pitões das júnias

 

pronto. descer não foi dificil... e subir?

 

quando alcançamos o miradouro já vínhamos os dois todos estropiados, com os bofes a sair por fora. agora *só* faltavam umas quantas centenas de escadas até apanharmos o caminho de volta ao carro.

parecíamos umas tartarugas.. arrastámo-nos a muito custo escadaria acima, a ter que fazer paragens a cada lanço. távamos exaustos e mortos de sede.. é que para piorar a coisa, tava um calor dos diabos.

 

dizer que estávamos em péssima condição fisica é estar a ser simpática.. os próximos dias adivinhavam-se tramados!

 

por sorte, no topo da escadaria corria um regato de água límpida, e foi mesmo ali. queria lá saber donde vinha.. era água e tava bem fresquinha, exactamente o que estávamos a precisar!

 

lição nº1 do dia: mesmo que o passeio seja curto, levar sempre uma puta duma garrafa de água atrás!

 

depois de recuperados daquela estafa, fomos até à aldeia, morder o ambiente. não se via ninguém nas ruas, mas tivemos uma interacção interessante com os nativos, num café/restaurante. aquela malta não se acanha, mesmo na presença de estranhos :D

pitões tem uma localização fora do comum. é cercada por uma muralha natural de granito cujas formas que impõem um certo respeito. ao por-do-sol aquela aldeia é qualquer coisa.. mas sobre isso falo no post mais à frente. 

 

próxima paragem: tourém

tentámos entrar pelas "traseiras", através duma estradita que sai directa de pitões, mas ao chegarmos à aldeia galega de requiás, acagacei-me* e achei que o carro não passava naquelas ruas tão estreitas. decidi meter a marcha-atrás e retomar o acesso "oficial".. temos pena! 

(entretanto fui ao google maps e o carro do street view andou por lá, o destemido.. segui o trajecto e não me arrependo de ter voltado atrás :D)


tourém 

é uma aldeia espantosa, provavelmente repleta de história. para começar, fica situada num apêndice que rompe por espanha adentro. pôe-nos a pensar como conseguiram os habitantes dalí manter aquele pedaço de território português, ao mesmo tempo que mantêm relações sãs com os vizinhos galegos.. tem um acesso para portugal e três para espanha. é brutal!

as casas mantêm a traça original e estão bem conservadas, o que lhe dá aquele charme de aldeia perdida no tempo. pena a cota da barragem de salas estar tão embaixo, seria o postal perfeito.

 

a expressão popular "fica atrás do sol posto" assenta que nem uma luva a tourém.

uma grandessíssima falha da nossa parte foi durante a estadia na parada do outeiro fartármo-nos de passar por lá, sem nunca pararmos para ir explorar. ficámos-lhe a dever uma visita mais demorada.

 

foi ali onde apanhámos os engarrafamentos mais assustadores. entrámos pela aldeia adentro, já a medo porque naquelas ruas só passa um carro de cada vez, e demos de caras com as manadas número 5, 6 e 7 do dia.. só viamos vacas pela frente. e mais uma vez a isa rezava aos santinhos para que o cascas saisse dali sem mazelas, a mirá-las pelo retrovisor e a ver que faltava um bocadinho assim para ter que entrar em despesas.. a cada passada que elas davam junto ao carro, toda eu tremia.

 

lição nº2 do dia: não entrar com o carro em tourém às seis da tarde!

 

depois de circularmos a entrada em espanha a norte, demos o dia por terminado. de regresso passámos pela manada número 8 do dia.. esta era muito diversificada. não só vinham vacas como também ovelhas, cavalos, e burros.. tudo muito descontraído da vida :D

o verdadeiro inconveniente das vacas andarem nas estradas nem é tanto os engarrafamentos, com isso posso eu muito bem.. o problema é o rasto de bosta que elas deixam por onde passam. quando o carro atropela as "minas", aquilo é projectado para todo o lado e ficamos com esterco agarrado até às entranhas do carro.. ao fim do dia tava todo badalhoco, coitado..

anyway, as estradecas por onde andei naquele dia deixaram-me deliciada. estreitas, piso em condições aceitáveis, sem muito movimento, curvas q.b. e uma paisagem lindissima w00t

nessa noite jantamos bacalhau assado!

 

* já tou queimada com essa coisa de meter o carro em sítios por onde ele custa a passar e/ou não passa mesmo, é que tira-lo da ratoeira é o cabo dos trabalhos, não ganho para o susto.. assim de repente vem-me à memória castelo de vide, évora, alegrete, loriga, gibraltar, e o parque de estacionamento do saldanha residence.. agora quando me cheira que a coisa vai ficar apertada, dou logo meia-volta ao cavalo, fim de história!

 

seguir para o dia 2 >

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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