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lost in wonderland

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Não consigo viver sem: Spotify

Fevereiro 24, 2019

uns muitos anos atrás, descobrir música era uma tarefa que dava um *certo* trabalho e ocupava muito tempo livre. ou ouvíamos rádio, ou víamos canais de música na tv por cabo, ou passávamos horas intermináveis nas lojas a vasculhar e ouvir CDs.

e tempo livre é coisa que uma pessoa deixa de ter quando faz upgrade para a idade adulta. houve um período, entre os finais dos 20 e inícios dos 30 que a coisa andava complicada, musicalmente falando. virava o disco e tocava o mesmo. sentia-me tava estagnada, não conseguia encontrar nada que gostasse para além daquilo que já conhecia e ouvia, e não tinha paciência (e tempo) para andar à descoberta. felizmente foi mais um dos problemas que a internet veio a resolver.

nos finais de 2015 subscrevi o google music, que não era nada de especial, mas pelo menos acabou com a dor de cú que era ter que andar sempre com a colecção de mp3 atrás. entretanto comecei a ouvir demasiadas pessoas a falar bem do spotify.

já tinha usado o spotify quando chegou cá, mas na versão gratuita, que tinha muitas limitações. mas experimentei dar-lhe outra oportunidade, desta vez, a pagantes. dois anos e meio depois, é a renda digital que menos me custa a pagar!

porquê?

primeiro, porque todas as segundas, o spotify compila-me uma playlist fresquinha com 30 músicas, com base naquilo que costumo ouvir. numa boa semana, adiciono 5 ou 6 músicas novas à minha library. numa semana má, adiciono 1 ou 2 (o que não é mau de todo). quando apanho alguma coisa particularmente boa, vou vasculhar todos os álbuns dessa banda. já tenho desencantado coisas *muito* boas e algumas até bastante antigas, e que me passaram ao lado. só isto tem sido responsável pela engorda brutal que a minha biblioteca de áudio tem levado, e expandiu-me os horizontes muito para além daquilo que era habitual ouvir.

segundo, porque a funcionalidade de rádio (apesar de não usar com muita frequência) também costuma acertar bastante nos meus gostos, e de vez em quando também de dá a conhecer umas cenas bem fixes.

terceiro, porque posso criar playlists com todos os álbuns das minhas bandas favoritas, mas não incluir as músicas que não gosto (porque raramente gosto de um álbum por inteiro). assim escuso de interromper o que estou a fazer para passar faixas à frente.

quarto, porque funciona perfeitamente entre dispositivos. em ambos os pc que uso habitualmente (pessoal e trabalho), smartphone, e tv. passo de uns para os outros, e ele leva aquilo que estou a ouvir atrás.

quinto, porque tenho o shazam emparelhado e sempre que tago uma música, segundos depois ela aparece-me no spotify.

sexto, porque no final do ano manda-me uma página toda pipi com estatísticas bastante curiosas sobre o meu ano musical. só o universo sabe o quanto eu gosto de estatísticas lol

acho que ainda conseguia arranjar mais uns quantos motivos, mas acho que seis já demonstram muito bem porque é que eu não consigo viver sem o spotify!

(não, ninguém me pagou para escrever este post 😁😭)

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
#12   #11   #10   #9   #8   #6   #5   #4

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