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lost in wonderland

lost in wonderland

It lives!!!

Dezembro 14, 2019

cinco meses depois de nos termos despedido do cascas, voltamos a dar de caras com ele, no estacionamento do alegro de alfragide.. OPÁAAAAA!!! 😱😱😱 quase que verti uma lágrimazinha 😢... desde que o entreguei que estava a espera de me cruzar com ele.

pareceu-me que os novos donos estão a tratar bem dele, estava limpinho e impecável, com a pelada no verniz do para-choques dianteiro reparada e tudo. gostei taaaaaanto de vê-lo assim tão bem 😍🙏

...e pelos vistos a conspiração cósmica estava on fire, porque no piso de baixo, estava "O" carro que me fez querer despachar o cascas lol  

Darwinismo social

Dezembro 02, 2019

esta manhã, ao contornar uma rotunda por onde passo quase todos os dias dos últimos três anos, ia mandado uma panada numa scooter.

"eh, ias distraída, só pode!".. até podia ir, porque temos aquela tendência de ganhar confiança quando repetimos o mesmo percurso durante.. vá! centenas de vezes. gostamos até de dizer à boca cheia que estamos tão familiarizados com o dito percurso que podíamos fazê-lo de olhos fechados. é o meu caso, mas não foi o caso. eu ia atenta.

e foi a sorte das duas amigas que iam a contornar a rotunda à minha frente, e que de repente, sem nada que avisasse, travaram! provavelmente porque se aperceberam que queriam sair na próxima saída. consegui desviar-me a tempo de evitar o embate, e aproveitei para ultrapassá-las, até porque também ia sair ali. pelo retrovisor vi um belo dum espectáculo: a que vinha à pendura, com o braço esticado para a frente, de telemóvel em riste, provavelmente a fazer uma story para o instagram ou pro tik tok ou outra merda social qualquer, a distrair a outra que vinha a conduzir.

as moças continuaram atrás de mim uns quantos kms, como se a estrada fosse só delas. vinham aos zigzags, ora dentro da faixa, ora ao meio das duas faixas, a atravancar o trânsito, a de trás sempre de telemóvel espetado, a distrair a da frente. não bateram em ninguém por pura sorte.. que puta de irresponsabilidade!

normalmente, situações bicudas na estrada são tão frequentes que me passam ao lado. no momento espumo ali uns insultos ensopados em raiva, e depois cago no assunto.. mas porque ando com mau humor de caixão à cova, estou muito embirrante, especialmente com demonstrações de cretinice que acontecem à frente do meu nariz.

faz-me pensar nos acidentes.. quantos acidentes não acontecem porque as pessoas vão distraídas em vez de irem com atenção à estrada? mas é assim tão difícil perceber que quando se conduz, seja que tipo de veículo for, não dá para facilitar? vai na volta, a maioria dos acidentes até são justificados. honestamente, não iria ter pena nenhuma se aquelas duas se esbardalhassem no meio da estrada... e na volta a story ate recebia mais likes e tudo...

Vade retro, Novembro

Dezembro 01, 2019

FFFUUUUUU que mês tão cocózão que foi novembro.. não fizemos nada de fixe, tirando o primeiro fim-de-semana que fomos à terrinha, nem saímos do quintal. nem sequer calcei no web summit (este ano não houve borlas para ninguém lol).

é verdade que faltou vontade para fazer cenas e ir a sítios, e acabamos por passar os fins-de-semana todos ocupados com tarefinhas miúdas, e pequenas reparações e optimizações em casa. a meio do mês tivemos um sarilho daqueles que só pode ter sido resultado de um valente ataque de caganeira do universo, e que ainda não tá resolvido, porque se calhar há uma pontinha de verdade quando dizem que os tugas não são lá muito amigos de trabalhar (podiam ao menos responder ao contactos sucessivos, a ver se a minha vida desemerdava.. mas pelos vistos, nem isso)..

quero fazer montes de cenas, mas nunca arranjo tempo para nada. depois, os dias tão cada vez mais pequenos e foleiros, e se eu já ando toda descompensada dos químicos do cérebro, e com um mau humor medonho, ainda fico mais intragável. chega a um ponto em que até custo a aturar-me a mim própria 🤬

vão ser os 30 segundos mais aborrecidos do meu vídeo desde ano, PQP...

Loop do dia XVI

Novembro 29, 2019

oiço beck há muitos anos, e gosto *muito* dele. tem tido uma carreira bastante consistente, e apesar de raramente gostar de um álbum na totalidade, as músicas que gosto, gosto a sério.

isto, porque o moço é dado a combinações muito arriscadas entre vários genros musicais, e a manta de retalhos que costuma resultar dessas experiências, é sempre uma cena muito diferente do habitual, por vezes até bizarra. umas vezes as músicas pegam à primeira, outras é preciso ouvi-las umas quantas vezes para se entranhar, outras simplesmente não funcionam.

para além dos dotes de composição musical, também não lhe falta inspiração para escrever as letras. ora muita maradas, tipo "o que é que andaste a fumar, pá?", ora profundamente pessoais e sentimentais, que vai raspar ao fundo da alma. e que cantadas naquela magnifica voz dele, ganham uma dimensão ainda maior.

para mim, o beck tem uma das melhores vozes masculinas do mundo da música. tem um controlo fenomenal na garganta, os tons saem-lhe sempre no ponto, e tem uma amplitude vocal incrível, e um timbre riquíssimo em texturas. tanto consegue soar a um velho cansado da vida, com a voz a sair-lhe rouca, gasta, tremula e desafinada, como a um anjo louro resplandecente, cuja voz flui pelos céus suave, sedosa, e etérea. e nunca, nunca, perde a postura.

o resultado final, são músicas tão expressivas e envolventes, que não consigo ouvi-lo enquanto estou a fazer coisas que requerem concentração, porque acabo sempre a divagar nas paisagens sonoras que a música dele projecta na minha cabeça. algumas, parece mesmo que me abraçam a alma e fazem festinhas no coração. a música dele é uma viagem emocional.. intensa, imprevisível, hipnótica, desconcertada, melosa, angustiante. uma playlist com músicas dos álbuns todos dele em shuffle, é uma autêntica montanha russa!

isto tudo porque hoje, topei a voz dele numa música que estava a passar na rádio, e não conhecia. pensei logo “eeeek, temos álbum novo!!”. raramente consigo apanhar estas coisas com antecedência, que me falta tempo para stalkar todos os artistas que gosto. e mesmo que tivesse, era capaz de ser complicado à mesma lol

a música era lindíssima, e só não morri logo de amores logo à primeira audição, por causa dos detalhes de trap intragáveis 🤮. enfim, a gente já sabe que o moço gosta de brincar às colagens com os sons..

assim que cheguei ao trabalho, a primeira coisa que fiz a seguir a meter os cascos nos ouvidos, foi procurar o álbum no spotify. deparei-me com uma capa em estilo retro, com o titulo em katakana, a ler-se haipaasupeesu. TÃO. FIXE!

passei o dia todo a ouvi-lo em repeat. sendo que o álbum tem a duração de 40 minutos, é provável que o tenha ouvido algumas 10 vezes.

cheguei à conclusão que das 11 músicas do hyperspace, gosto muito de 6, que está de acordo com a média dos álbuns anteriores (às vezes são mais, às vezes são menos.. fora o colors, que não consigo gostar de nenhuma 😞 ). uma delas é a que ouvi na rádio, e que me arrebitou logo os pelinhos do ouvido, a chemical. ouvi-a em loop umas quantas vezes, a ver se conseguia reconciliar as nossas diferenças, mas não.. continua a provocar-me um desarranjo cá dentro, porque a música é mesmo MUITO bonita, mas aqueles sons atrapalhados estragam ali a coisa um bocadinho.. infelizmente a quantidade de rap neste álbum é um bocado indigesta.. IMO, tinha saído ainda melhor sem o pharrell williams a ir lá meter o bedelho, mas prontos!

ainda me falta é ver um concerto dele.. apesar de já ter vindo a portugal um par de vezes, ainda não aconteceu. pode ser que seja pró ano que vem!

TMI

Novembro 28, 2019

para quem não sabe, TMI significa too much information.

logo, o titulo é sugestivo que vou partilhar informação sensível, que pode causar um certo desconforto.

agora tou só a empatar, que é para quem não gosta de ler TMI, ter oportunidade de fechar o blog sem o perigo de ler alguma coisa traumatizante..

ainda estão aí?

ok, mas depois não digam que não avisei..

suspeitava que a preguiça que acometeu a minha tripa fosse obra do comprimidinho do demo, mas... parece que estava enganada.

é que várias semanas depois de ter descontinuado a droga da felicidade ansiedade, eis que o trânsito intestinal regressa aquilo que sempre foi: pontual, diligente e produtivo!

YAY

posso andar com um humor terrível... mas ao menos tenho a tripa solta!

muhahahah eu avisei 🤷

Earthquake Bird

Novembro 22, 2019

vimos este filme sem saber ao que íamos.. mas sendo produzido pelo ridley scott, e com o dedo do atticus ross na banda sonora, não podia ser uma coisa muito foleira.

é uma espécie de thriller psicológico, enrolado num certo mistério. é passado final dos anos 80, na cidade de tokyo, e a história é-nos narrada do ponto de vista da personagem principal, lucy fly, uma imigrante sueca que trabalha em tradução, que vive lá sozinha, e parece perfeitamente adaptada à cultura e vida no japão.

o filme é um bocado muito lento e demora até começar a desenvolver. a cenografia acaba por compensar, porque nos momentos em que se torna demasiado apático, há narrativas visuais para apreciar. mas quando damos por nós, já vamos bem lançados no meio da trama. talvez um bocado frustados, visto que muitas das situações de suspense acabam por morrer na praia, ou não têm a intensidade que prometiam, porque vai-se a ver são coisas absolutamente mundanas, e muito humanas. uma mente habituada a enredos intrincados vai passar o filme todo a tentar desembaraçar estes pequenos enleios, para chegar à conclusão que não vale a pena gastar energia nisso. nada é o que parece ser, é previsível sem o ser.

e não sendo uma história superficial, também não é profunda... porque tal como na vida real, às vezes as coisas não são o que parecem. e as nossas convicções mais cavadas, por vezes são invenções dos nossos vieses. terminou com uma daquelas chapadas pedagógicas básicas, algo que tendemos a ignorar - um exemplo que a nossa mente é perita a fazer filmes, e que na grande maioria das vezes, a explicação para muitos dos acontecimentos da nossa vida não é nada de transcendental, mas sim, algo muito simples..

sobre as actuações, à excepção da alicia vikander, não creio que tenha havido grandes revelações. mas acontece que tenho sentimentos contraditórios com a vikander. por um lado acho-lhe muita graça.. por outro ainda não consegui perceber se tem realmente jeito para representar.. não acho que seja muito versátil, parece-me que só veste bem determinados tipos de personagens - e por acaso este é um desses casos.. mas achei-a forçosamente melancólica e demasiado neurótica para a background story que tinha.. acho que para perceber se aquele dramatismo todo é justificado, tinha que ler o livro. e vá.. é verdade que a vida de uma mulher sozinha no japão não é fácil, e muito menos seria nos anos 80, ainda por cima tratando-se de uma forasteira. ainda assim...

mas tenho que elogiar o investimento que ela fez para interpretar esta personagem. para alguém que não fala a língua, conseguiu entregar os diálogos num japonês bastante aceitável, e absorveu bem os maneirismos acanhados e a fragilidade aparente das japonesas. assim como aqueles dilemas emocionais todos, junto com a dificuldade em se relacionar com outras pessoas, traços tão característicos dos japoneses.

é um filme médio-bom, vê-se bem, e surpreende pela simplicidade. diria que é de digestão lenta, e provavelmente só começa a revelar-se depois de terminar, e de encaixarmos tudo no seu devido lugar.. fiquei quase com a sensação de ter lido um livro do murakami. a banda sonora é bastante envolvente, e ajuda a unir e intensificar aquele drama todo.

...ainda estou é para tentar perceber o que raio significa o som do pássaro que canta depois de um terramoto 🤔

Samurai urbana

Novembro 21, 2019

[ ando para publicar este post desde o inverno passado, que foi quando comprei as calças, mas só recentemente é que tirei as fotos que precisava para ilustrá-lo.. e como não quero desperdiçar aquilo que já tinha escrito, é provável que vá parecer um bocado bipolar 🤷‍♀️]

a minha costela de gaja andava meio adormecida, mas despertou subitamente quando comecei a reparar em demasiadas mulheres vestidas com calças largueironas esvoaçantes, combinadas com ténis (ou sapatilhas, como preferirem). aquele estilo agradava-me sobremaneira!

vai daí, meti-me a vasculhar as lojas online de várias marcas, e fiz uma lista com os modelos que gostava mais. depois passei ao trabalho de campo. não foi preciso bater muitas lojas, encontrei as calças perfeitas na primeira onde fui, a zara... é assim a vida... gozo bué com os trapos da zara, mas é certinho que vou lá dar com os costados 😬

anyway, tive que me controlar para não comprar um segundo par [guess what? um segundo.. e um terceiro par, para usar no verão], mais simples, porque gosto MESMO do estilo e vejo-me a conseguir usar este tipo de calças o ano inteiro [...and I did lol].

aproveitei o hotel onde fomos celebrar os 40/15, para sacar umas fotos, que tinha lá um cenário super instagramável.

culottes
culottes
culottes

marttokas, ò pra mim, a tentar ser senhora (e a falhar em grande estilo muhahhah)!

e agora vem o drama.. estas calças, ainda não têm um ano, e já me estão demasiado apertadas no cagueiro, porque.. bom.. não há como tentar dourar o cocó - eu estou a alargar prós lados. só sei que a puta da balança não mexe, mas a roupa vai apertando cada vez mais 😭

Hats off

Novembro 20, 2019

eix, quase que me esquecia...

tenho que felicitar os condutores que no domingo passado, por volta das seis da tarde, partilharam a 2ª circular comigo. estava a cair uma daquelas chuvadas que vêem relatadas na bíblia, um cenário com grande potencial para correr muita coisa horrivelmente mal.

curiosamente, nos cerca de 15 minutos que demorei a atravessá-la, não vi ninguém a fazer asneiras e muito menos armade em pato bravo 🤯. estava todàgente a tomar medidas de salvaguarda, do tipo, conduzir abaixo dos limites de velocidade, sempre a manter uma distância segura do carro da frente para evitar travagens bruscas, e as mudanças de faixa pareciam ponderadas e eram devidamente assinaladas.

conduzir debaixo de chuva forte e vento, numa estrada apertada e super movimentada como aquela, dá matéria para pesadelos, e é coisa que me mete muito, muito medo.. e não é todos os dias que testemunho um comportamento tão civilizado numa estrada - naquela estrada em particular, perante as condições meteorológicas adversas que estavam a acontecer naquele momento 🙏

pena que não seja sempre assim...

[posto isto, espero não levar com um carro em cima mal sair de casa, porque já se sabe que o universo tem aquele sentido de humor 😬 ]

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
#12   #11   #10   #9   #8   #6   #5   #4

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