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lost in wonderland

lost in wonderland

So long, 2019

Dezembro 31, 2019

eis que chega a tradicional posta de fim d’ano. está para este blog, como a de bacalhau está para a mesa de natal lulz

tão este ano, que está prestes a finar-se, se por um lado passou a fugir, por outro foi um bocado secante (como vai dar para ver neste resumo). bom.. eu tinha pedido um ano calminho, e foi o que tive all rite. teve momentos (alguns muito) altos e alguns baixos também, mas nada como 2018 - thank you sweet baby jesus! 🙏

os três primeiros meses, mal dei por eles, que tive trabalhinho a dar cum pau. ainda assim, no final de janeiro demos um salto até londres com a desculpa de ir ver um filme que podia ou não estrear cá (e estreou, dois meses depois, ou que foi).

em fevereiro deixamos de conseguir ir as aulas de japonês. vimos o piorzinho dos concertos de massive attack no campo pequeno, e em março vimos o conan no musicbox e foi genial.

em abril começaram as desbundas. fomos dar uma passeata até aveiro e no final do mês, fomos crashar ali pros lados de arraiolos.

a época de campismo começou cedo, logo em maio, para tirar a barriga de misérias do ano anterior. foi também neste mês que ditamos a sentença ao cascas, e participamos numa hackathon que nos levou até paris, e aproveitamos para conhecer a cidade.

junho, que costumava ser o meu mês favorito, não foi nada de especial e o tempo teve uma porcaria. safou-se um fim-de-semana de acampamento na ilha de tavira.

em julho tiramos uns dias de férias daquelas só para fazer praia e enfardar, mas o tempo continuava merdoso para praia, por isso, só enfardamos. não acompanhei o homem ao concerto de tool (that was a first). dissemos adeus ao cascas, e em troca trouxemos um toyota para casa. retornamos à galé. a sobrinha mai’velha passou duas semanas e meia connosco e sobrevivemos todos, sem grandes traumas ou mazelas muhahaha e ainda fizemos umas cenas engraçadas com a miúda.

mesmo no finzinho do mês, trouxemos outra mafarrica cá para casa, para grande (des)gosto da gatifonga.

em agosto não pus os pés na praia uma única vez… WTF is wrong with you??? foi um mês totalmente lame..

em setembro vieram as férias "grandes". cinco dias pela catalunha, e uma semana em santa luzia para a engorda. comemoramos 18 anos de ajuntamento.

em outubro tornei-me quarentona eeeeeeek!! mas não foi assim tão traumatizante quanto estava à espera lol voltamos a ilhavo para comemorar a data.

novembro foi eleito o pior mês do ano, PQP! ainda tenho merda para limpar que sobrou dele. há pessoas que quando andam avariadas dos humores, dão em acumular tralha, outras vêm-se livres de tralha e dedicam-se à bricolage. felizmente pertencemos à segunda categoria. acho que batemos o recorde de idas ao leroy merlin. o homem começou a dar aulas em pós-laboral 3 dias por semana, e ficamos sem tempo para grande coisa.

em dezembro voltamos novamente ao UK e foi épico. mas não vou spoilar, que tenho uma cena a cozinhar sobre esta viagem.

novamente, cinema uma miséria (still, melhor que no ano passado), fortíssimo em series,

por aqui falei de sex education, aggretsuko, the umbrella academy, e lucifer. quis ter falado de: future man, que teve uma segunda temporada - para mim - melhor que a primeira. papamos missfits por causa de um dos actores da umbrella academy e rimos TANTO, mas TANTO com esta série.. the orville, cuja terceira segunda temporada aguentou-se muito bem. outra que se está a aguentar esplendidamente bem é billions, continua bastante intensa com as artimanhas financeiras e os esquemas políticos marados dos americanos. dark teve uma segunda temporada diabólica, até fazia doer a cabeça com tanto enleio temporal lol. the handmaids tale, que ao fim de três temporadas ainda continua a mandar murros no estômago, um bocadinho lenta, mas isso é porque a gente já não aguenta esperar pelo fim aquela provação toda. revimos finalmente evengelion, cortesia do netflix. 

stranger things passou-me um bocado ao lado, acho que já estão a chupar demasiado a caganita. a terceira temporada de la casa de papel achei um bocado mais fraquita que as anteriores. preacher também começou a aborrecer um bocadinho, e ainda estamos por terminar.

papei the witcher assim de rajada, que mesmo fugindo completamente ao gênero de coisas que gosto de ver, abri uma honrosa excepção por causa do henry cavill, e vai-se a ver, até curti bastante. e neste momento estamos a terminar the expanse, que continua a ser a melhor space opera dos últimos anos (abençoada amazon, que não deixou esta série morrer 🙇‍♀️).

e ainda estão em fila de espera umas quantas: mr robot, quis deixar terminar a série para fazer binge watching, the man in the high castle, e the deuce, que afinal voltou ara uma terceira temporada.

e não tenho muito mais para relatar. que 2020 seja um ano do cacete, peeps!

aqui fica o video dos segundos que resume o meu 2019



Loop do dia XVII

Dezembro 27, 2019

o último loop do ano é cortesia de uma sugestão do spotify, e uma daquelas surpresas bastante agradáveis. já disse que não consigo viver sem o spotify, não disse?

quando uma das vezes em que playlist de beck chegou ao fim, e a app começou a passar músicas parecidas às dessa playlist, houve uma que me fez largar tudo e ir a correr ver o que era,

dry the rain, por uma banda chamada the beta band

nunca tinha ouvido falar neles, e o álbum donde saiu a música que me beliscou o ouvido era de 1998.. FFFUUUUUU, 21 anos!!!

meti-me a ouvir o álbum, e música após música, continuava a surpreender. não é muito normal papar um álbum de uma banda que não conheço, logo assim à primeira. depois ouvi os outros, mas não pegaram tão bem. 

a pouquíssima quantidade de álbuns que existem no perfil da banda deixava adivinhar que já não estão no activo. aliás, o projecto teve uma vida muito curta. formaram-se em 96, tiveram algum sucesso mas pelos vistos as coisas não correram bem, e em 2004 fecharam a loja. e eu descubro-os 15 anos depois... bem, mais vale tarde do que nunca!

You're in my spot

Dezembro 22, 2019

tal como as crianças, também os gatinhos também conseguem ser mauzinhos uns prós outros, e fazer birras só porque sim.

quando o sofá novo se materializou na sala, a gatifonga não demorou muito a reclamar o encosto mais próximo da porta como o seu poiso oficial. raramente arreda o cagueiro de lá, e a almofada já está mais do que acamada, por causa do peso dela. já desisti de andar sempre a tentar mantê-la na forma original, é impossível com um gato de 4kg o santo dia lá arrochado.

entra a pirralha. a pirralha imita a gatifonga em praticamemente tudo, e gosta muito do trono da dela. sempre que apanha o spot livre, vai para lá. e a gatifonga, dona e senhora do pedaço, não curte e tenta logo reclamar o trono. não costuma a haver violência, pelo menos ao início, mas a coisa descamba quase sempre. o truque da gatifonga é começar a lamber a outra, que começa logo a rabiar. às vezes ainda lhe manda uma bufadela, para mostrar quem manda ali. 

vê-se perfeitamente na cara da pirralha que sabe que aquilo é o lugar da outra, mas não baza. 

gatinhos

a sério.. bem vistas as coisas, a gatifonga tem uma paciência brutal prá pirralha, pobre bixo 😔

It lives!!!

Dezembro 14, 2019

cinco meses depois de nos termos despedido do cascas, voltamos a dar de caras com ele, no estacionamento do alegro de alfragide.. OPÁAAAAA!!! 😱😱😱 quase que verti uma lágrimazinha 😢... desde que o entreguei que estava a espera de me cruzar com ele.

pareceu-me que os novos donos estão a tratar bem dele, estava limpinho e impecável, com a pelada no verniz do para-choques dianteiro reparada e tudo. gostei taaaaaanto de vê-lo assim tão bem 😍🙏

...e pelos vistos a conspiração cósmica estava on fire, porque no piso de baixo, estava "O" carro que me fez querer despachar o cascas lol  

Darwinismo social

Dezembro 02, 2019

esta manhã, ao contornar uma rotunda por onde passo quase todos os dias dos últimos três anos, ia mandado uma panada numa scooter.

"eh, ias distraída, só pode!".. até podia ir, porque temos aquela tendência de ganhar confiança quando repetimos o mesmo percurso durante.. vá! centenas de vezes. gostamos até de dizer à boca cheia que estamos tão familiarizados com o dito percurso que podíamos fazê-lo de olhos fechados. é o meu caso, mas não foi o caso. eu ia atenta.

e foi a sorte das duas amigas que iam a contornar a rotunda à minha frente, e que de repente, sem nada que avisasse, travaram! provavelmente porque se aperceberam que queriam sair na próxima saída. consegui desviar-me a tempo de evitar o embate, e aproveitei para ultrapassá-las, até porque também ia sair ali. pelo retrovisor vi um belo dum espectáculo: a que vinha à pendura, com o braço esticado para a frente, de telemóvel em riste, provavelmente a fazer uma story para o instagram ou pro tik tok ou outra merda social qualquer, a distrair a outra que vinha a conduzir.

as moças continuaram atrás de mim uns quantos kms, como se a estrada fosse só delas. vinham aos zigzags, ora dentro da faixa, ora ao meio das duas faixas, a atravancar o trânsito, a de trás sempre de telemóvel espetado, a distrair a da frente. não bateram em ninguém por pura sorte.. que puta de irresponsabilidade!

normalmente, situações bicudas na estrada são tão frequentes que me passam ao lado. no momento espumo ali uns insultos ensopados em raiva, e depois cago no assunto.. mas porque ando com mau humor de caixão à cova, estou muito embirrante, especialmente com demonstrações de cretinice que acontecem à frente do meu nariz.

faz-me pensar nos acidentes.. quantos acidentes não acontecem porque as pessoas vão distraídas em vez de irem com atenção à estrada? mas é assim tão difícil perceber que quando se conduz, seja que tipo de veículo for, não dá para facilitar? vai na volta, a maioria dos acidentes até são justificados. honestamente, não iria ter pena nenhuma se aquelas duas se esbardalhassem no meio da estrada... e na volta a story ate recebia mais likes e tudo...

Vade retro, Novembro

Dezembro 01, 2019

FFFUUUUUU que mês tão cocózão que foi novembro.. não fizemos nada de fixe, tirando o primeiro fim-de-semana que fomos à terrinha, nem saímos do quintal. nem sequer calcei no web summit (este ano não houve borlas para ninguém lol).

é verdade que faltou vontade para fazer cenas e ir a sítios, e acabamos por passar os fins-de-semana todos ocupados com tarefinhas miúdas, e pequenas reparações e optimizações em casa. a meio do mês tivemos um sarilho daqueles que só pode ter sido resultado de um valente ataque de caganeira do universo, e que ainda não tá resolvido, porque se calhar há uma pontinha de verdade quando dizem que os tugas não são lá muito amigos de trabalhar (podiam ao menos responder ao contactos sucessivos, a ver se a minha vida desemerdava.. mas pelos vistos, nem isso)..

quero fazer montes de cenas, mas nunca arranjo tempo para nada. depois, os dias tão cada vez mais pequenos e foleiros, e se eu já ando toda descompensada dos químicos do cérebro, e com um mau humor medonho, ainda fico mais intragável. chega a um ponto em que até custo a aturar-me a mim própria 🤬

vão ser os 30 segundos mais aborrecidos do meu vídeo desde ano, PQP...

Loop do dia XVI

Novembro 29, 2019

oiço beck há muitos anos, e gosto *muito* dele. tem tido uma carreira bastante consistente, e apesar de raramente gostar de um álbum na totalidade, as músicas que gosto, gosto a sério.

isto, porque o moço é dado a combinações muito arriscadas entre vários genros musicais, e a manta de retalhos que costuma resultar dessas experiências, é sempre uma cena muito diferente do habitual, por vezes até bizarra. umas vezes as músicas pegam à primeira, outras é preciso ouvi-las umas quantas vezes para se entranhar, outras simplesmente não funcionam.

para além dos dotes de composição musical, também não lhe falta inspiração para escrever as letras. ora muita maradas, tipo "o que é que andaste a fumar, pá?", ora profundamente pessoais e sentimentais, que vai raspar ao fundo da alma. e que cantadas naquela magnifica voz dele, ganham uma dimensão ainda maior.

para mim, o beck tem uma das melhores vozes masculinas do mundo da música. tem um controlo fenomenal na garganta, os tons saem-lhe sempre no ponto, e tem uma amplitude vocal incrível, e um timbre riquíssimo em texturas. tanto consegue soar a um cowboy velho, cansado da vida, com a voz a sair-lhe rouca, gasta, tremula e desafinada, como a um anjo louro resplandecente, cuja voz flui pelos céus suave, sedosa, e etérea. e nunca, nunca, perde a postura.

o resultado final, são músicas tão expressivas e envolventes, que não consigo ouvi-lo enquanto estou a fazer coisas que requerem concentração, porque acabo sempre a divagar nas paisagens sonoras que a música dele projecta na minha cabeça. algumas, parece mesmo que me abraçam a alma e fazem festinhas no coração. a música dele é uma viagem emocional.. intensa, imprevisível, hipnótica, desconcertada, melosa, angustiante. uma playlist com músicas dos álbuns todos dele em shuffle, é uma autêntica montanha russa!

isto tudo porque hoje, topei a voz dele numa música que estava a passar na rádio, e não conhecia. pensei logo “eeeek, temos álbum novo!!”. raramente consigo apanhar estas coisas com antecedência, que me falta tempo para stalkar todos os artistas que gosto. e mesmo que tivesse, era capaz de ser complicado à mesma lol

a música era lindíssima, e só não morri logo de amores logo à primeira audição, por causa dos detalhes de trap intragáveis 🤮. enfim, a gente já sabe que o moço gosta de brincar às colagens com os sons..

assim que cheguei ao trabalho, a primeira coisa que fiz a seguir a meter os cascos nos ouvidos, foi procurar o álbum no spotify. deparei-me com uma capa em estilo retro, com o titulo em katakana, a ler-se haipaasupeesu. TÃO. FIXE!

passei o dia todo a ouvi-lo em repeat. sendo que o álbum tem a duração de 40 minutos, é provável que o tenha ouvido algumas 10 vezes.

cheguei à conclusão que das 11 músicas do hyperspace, gosto muito de 6, que está de acordo com a média dos álbuns anteriores (às vezes são mais, às vezes são menos.. fora o colors, que não consigo gostar de nenhuma 😞 ). uma delas é a que ouvi na rádio, e que me arrebitou logo os pelinhos do ouvido, a chemical. ouvi-a em loop umas quantas vezes, a ver se conseguia reconciliar as nossas diferenças, mas não.. continua a provocar-me um desarranjo cá dentro, porque a música é mesmo MUITO bonita, mas aqueles sons atrapalhados estragam ali a coisa um bocadinho.. infelizmente a quantidade de rap neste álbum é um bocado indigesta.. IMO, tinha saído ainda melhor sem o pharrell williams a ir lá meter o bedelho, mas prontos!

ainda me falta é ver um concerto dele.. apesar de já ter vindo a portugal um par de vezes, ainda não aconteceu. pode ser que seja pró ano que vem!

'Le me

tem idade suficiente para ter juízo, embora nem sempre pareça. algarvia desertora, plantou-se algures na capital, e vive há uma eternidade com um gajo que conheceu pelo mIRC.

no início da vida adulta foi possuída pelo espírito da internet e entregou-lhe o corpo a alma de mão beijada. é geek até à raiz do último cabelo e orgulha-se disso.

offline gosta muito de passear por aí, tirar fotografias, ver séries e filmes, e (sempre que a preguiça não a impede) gosta praticar exercício físico.

mantém uma pequena bucket list de coisas que gostava de fazer nos entretantos.

'Le liwl

era uma vez um blog cor-de-rosa que nasceu na manhã de 16 de janeiro, no longínquo ano de 2003, numa altura em que os blogs eram apenas registos pessoais, sem pretensões de coisa alguma. e assim se tem mantido.

muitas são as fases pelas quais tem passado, ao sabor dos humores da sua autora. para os mais curiosos, aqui ficam screenshots das versões anteriores:
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